terça-feira, 16 de maio de 2017

De repente...

E de repente, o de repente bate...
Do nada vem e me abate
Com sua mão suave
Um acalanto
Me deixando de canto
Ou no meio de uma amargura
E o que me segura?
A saudade?
A vontade?
Não.
A verdade!
Uma lágrima cai
E me vejo só
Só no mundo
Desamparada
Amargurada
Querendo, lá no fundo
Ser feliz novamente.

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